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Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2026

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Casal trava luta com o cartório para registrar o nome do filho e classifica situação como ofensiva

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Casal trava luta com o cartório para registrar o nome do filho e classifica situação como ofensiva
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Um casal teve que lutar contra o cartório local para conseguir registrar o filho com o nome que queriam. Dan e Mandy Sheldon, de Chesterfield, Derbyshire, Inglaterra, deram as boas-vindas ao pequeno em 2020 e escolheram o nome Lúcifer. No entanto, o cartório não aceitou a ideia e disse aos novos pais que seu filho de quatro meses "nunca conseguiria um emprego" com esse nome.

No cristianismo, Lúcifer é sinônimo de Satanás e do diabo. No entanto, o casal disse que não é religioso. O pai, Dan, afirmou em uma participação no programa This Morning ocorrida em 2020 que voltou a circular recentemente que considerou a atitude da registradora “muito ofensiva”. Ele acrescentou que, em latim, Lúcifer significa “portador da luz”.

“O significado cristão é que Lúcifer é o anjo caído, mas, antes do significado cristão, em latim, ele significa o portador da luz”, explicou. “Então depende de qual parte da história você escolhe para interpretar o significado.”

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Ele continuou relatando a experiência com a registradora. "Em um momento, ela mencionou Hitler e disse: ‘Por que vocês não chamam o seu menininho de Hitler?’. E isso foi um comentário meio estranho", lembrou.

Dan explicou que a funcionária “não largava o assunto” e continuava discutindo sobre o nome, mesmo depois de eles explicarem que sabiam o que ele significava. “Foi muito ofensivo. Não sabíamos o que dizer. Dissemos que entendíamos o nome e agradecemos pela opinião dela, mas ela continuou insistindo. Em um momento, pediram que saíssemos da sala e tivemos que perguntar se era ilegal dar o nome Lúcifer ao nosso bebê”, explicou.

Como na Inglaterra não é ilegal nomear uma criança de Lúcifer, no final eles conseguiram fazer o registro. "Acho que, nos dias de hoje, isso não deveria ser uma preocupação. Todos têm direito às suas opiniões. Eu não sou religioso, mas, eles têm as crenças deles. Foi algo muito ofensivo em um dia que deveria ter sido muito alegre", lamentou.

O Conselho do Condado de Derbyshire pediu desculpas pelo ocorrido e declarou em nota: “Pedimos desculpas se eles se sentiram ofendidos, mas, é papel dos nossos registradores orientar nesses casos, pois, às vezes as pessoas não têm conhecimento de certos significados ou associações ligadas a determinados nomes.”

Sobre a escolha do nome, Dan explicou que eles decidiram por Lúcifer porque achavam que era um nome “forte”. “Estávamos com dificuldade para escolher um nome. Significa portador da luz e achamos que era um nome forte. É um nome marcante e não é muito comum, então escolhemos esse", disse.

Fonte: Portal Crescer

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